terça-feira, 28 de julho de 2009

Money que é good nóis não have

Da série: ó céus, que mundo cruel!


Isso que dá ser pobre, fazer auto-escola com 21 anos nas costas e ainda aprender a dirigir com o tio Gustavo. Garanto que a Beyoncé não vai ter que fazer que nem eu pra tirar a CNH, chegar de saia jeans pra fazer exame.

Será que Lewis Hamilton ensina a fazer baliza também

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Na praia - Ian McEwan

Eu gosto de ler. Faz tempo que não lia algo legal. O último livro que eu li foi da Fernanda Young, "Aritmética". Apesar de muita gente falar mal dela, eu sou simpática a criatura. Não consegui assistir nem meia hora do programa dela em São Carlos não porque fosse ruim, mas é porque tinha muita gente na sala. Ja viu como é morar em república né.

Mas então só pra ver se consigo dar um pontapé nessa minha vontade de fazer resenhas de livros. Esta aqui vai ser curtinha, ok, assim como o livro.

Esse livro - "Na praia"- é desse autor que conheço pouco mas que já super respeito por ter escrito o "Reparação", um dos melhores livros que li na vida e que saiu no cinema, aquele lá do James McAvoy (minha paixonite platônica), com o nome de "Desejo e reparação".

Na praia te da raiva, muita raiva por sinal. Mas não porque o livro é ruim ou porque o autor "avacalhou" no final. Pelo contrário, o autor fez aquilo que deveria ter feito pra história se tornar realmente boa. A raiva não é das personagens, mas pela burrice delas em um instante na vida.

E que droga, todos nós temos isso. Aquele instante que deveriamos ter feito uma coisa e não fizemos. Ou nos segurado. Aqueles erros crassos. Pode crer, tenho vários desses, quase a todo momento (devido a impulsividade). Na mente, da vontade de chegar nesses personagens e dizer "Não faz isso, meu bem. Isso acontece com todos e não é só com você". A gente sente na pele o que a pessoa é.

Assim como reparação, é um daqueles livros que sufoca. Que tinha tudo pra ser o conto de fadas mas não foi. Aqueles agua com açucar, mas simplesmente não é. Por isso que ele é bom.

terça-feira, 21 de julho de 2009

Eu não sei dirigir

Esse post aqui não é pra contar que quando fiz 18 anos, em plena minha festa de aniversário, bati um carro do ano no poste, numa velocidade de 20km por hora, na rua de mão única e com o carro cheio de gente. Muito menos pra contar que ja sofri um acidente de moto com a minha melhor amiga, em pleno dia do jogo do Palmeiras e São Bento, onde ficamos a madrugada no hospital e que naquele dia haviam mais quatro acidentes de moto, com uma vítima fatal. Nem pra contar que quando eu estagiei no HR atendi mais acidentados que os dedos da minha mão se tornaram ineficientes. Esse post é pra dizer que apesar de tudo, eu superei meus medos e fui expônameamente obrigada pela minha mãe a procurar uma auto escola e me matricular pra fazer aula. Isso, em dezembro do ano passado, quando os preços estavam prestes a subir. Ou era pegar o dinheiro e me matricular, ou era ver a chances de um dia ter um carro só meu por água a baixo. Veja bem, eu queria ganhar um carro, mas não necessáriamente tirar carta pra dirigir né. Ainda tenho esperanças de fazer como a mãe de uma amiga, de pagar pra alguem dirigir o carro popular dela ou esperar minha filha fazer 18 e dirigir pra mim.

Enfim, lá fui eu. Fiz a teórica junto com o amigo G. Frequentamos a aulinha, com muita preguiça e muita falta de paciencia com aquele instrutor F.D.P., machista e totalmente anta (Falou que o sistema nervoso central so conseguia trabalhar com sete porcento da capacidade e que o Einstein foi o único que conseguiu com oito). Passamos na teórica.

Só que a minha prática ficou bem prejudicada com o fato de eu não permanescer em Itapetininga na maior parte do meu mês. Então piquei algumas aulas e to fazendo a maior parte agora nas férias. Mas gente, ta sendo um nightmare, com direito a sonhar com a Hebe sendo minha instrutora.

Primeiro que meu instrutor é, tadinho, muito bocó. No mode on mesmo. ele sabe dirigir, mas ele tem uma dificuldade anormal pra pegar piada. Eu e meu amigo G estavamos brincando na auto-escola que a gente tiraria um racha na virgilio (eu com o Uno e ele com o gol quadrado) e pasmem: ele acreditou. Tô dizendo que a gente tinha que andar com plaquinha escrito Ironia mode on.

MAs como eu e meu bom amigo somos muito dedicados. Procuramos vídeos no youtube. Ja que as aulas não são suficientes, vamos la aprender com profissionais.




Como NÃO FAZER balizas http://boi.geness.ufsc.br/videos/voiture.swf


Eu até estava triste, pensando que era burra por não saber dirigir. Mas encontrei tipos piores.

Bem, ta ai um joguinho pra quem quiser

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Spice your life

Eu ia só responder aos comentários do outro post, mas acabou vindo tanta coisa na minha cabeça sobre a época que eu dublei SPICE que até agora mal consigo organizar meus pensamentos. Antes de mais nada, nunca fui fã de nenhuma outro grupo ou banda como fui das SPICE GIRLS, tanto que até hoje escrevo como letras maiúsculas só pra mostrar o quanto elas foram importante pra mim.



Acho que esse é meu vídeo favorito delas. A versão ao vivo de "Say you'll be there".

Eu disse a respeito do mico que eu pagava dublando, e pra ser sincera eu ainda acho mega mico sim. Gente, era uma maratona absurda, de laque, bobs, era meu cabelo sendo totalmente armado, arrebentando-o. E as roupas? Ai dels, cada fantasia mais medonha que a outra. Mas fazer o que, eu era a Scary Spice, mas parecia mais a Ugly Spice. Ok, a Mel B tinha muita roupa feia mas as que me arranjavam era as piores, fantasia da época do Chacrinha. A única vantagem que eu achava era que a Mel B tinha um vozeirão ótimo de ser dublado e as partes que ela cantava era as mais empolgantes da música, as minhas favoritas. Acho que ela ta ali com a Mel C.

Falei que eu mesmo assim preferia a Victoria. Dito e feito. Já falei do lance das roupas né. Naquela época eu era bem conservadora. Pra ser sincera, minha maneira de vestir era os gostos da minha mãe. Até hoje eu sou complexada em usar decote graças a ela. Mas eu adorava a Victoria Adams (hoje a Beckhan). Ela não cantava que nem as outras mas tinha todo um estilo elegante ou esnobe. Assumindo, as roupas que a Aline, a nossa Victória, usava eram bem mais confortáveis e bonitas.

Acho engraçado que não consigo desassossiar as integrantes das meninas do nosso grupinho. Pra ter uma noção, a gente se apresentava em qualquer festinha de escola, quermesse de igreja e ja até chegamos a competir e ganhar concurso! E a gente se achava por causa disso. Eu era aquelas nerdonas, estilo "Carrie, a estranha", mas achava que causava. Era uma OUTRA PERSONALIDADE no palco. Alias esse é uma coisa que ainda meio que me acompanha. Eu me solto demais quando saio pra dançar, tudo é só consequencia da dança. Mas naquela época era diferente, parecia que era deixar de ser a feienta, não que eu ficasse muito bonita com as roupuas, mas era uma valvula de escape. E um status, porque minhas amigas eram bonitas, então eu era uma delas.

Foi uma época boa, mas que... nem fudendo que eu pagava aquele mico de novo. Isso porque perguntaram se a gente voltaria dublar quando as SPICE voltaram, foi um sonoro HÁ na cara da tiazinha. Cada uma de nós teve u m caminho diferente. Alias, meu pai um dia perguntou pra minha mãe, porque ela deixava eu participar. Mamis, muito gente fina, ja previu que um dia seria engraçado tirar sarro da minha cara. Vendo essas crianças prodígios de hoje em dia, só penso: ou elas vão virar a Simony ou também seguirão meus passos. Morrerão de vergonha pelo mico que pagaram.

Pena que meu mico das dublagens não parou só nas Spice. Foi também backstreet boys, Destiny Child e pra terminar dancinha no CEFAM da Briney Spears. Fora o mico básico de dança do ventre numa balada. Hoje em dia eu tomei vergonha na cara, me aposentei de todas essas danças. Só faço apresentações ocasionais em troca de bebida. rs

Pra mim, as SPICE foram as maiores, ok. O grupo feminino que mais deu certo, todas cantavam e dançavam, com destaque igual. As divas dos anos 60 e 70 que me perdoem mas é verdade. Acho que as Spice me marcaram tanto que me revolto vendo as Pussycat dolls, dá uma bronca danada só uma cantar e as outras apadinhas ali. E olha que eu gosto das músicas delas.

Pra comemorar o dia dos amigos




Pra todas as amigas de antes e das de agora também.

A alegria é contagiante




É daqueles vídeos que você acha que nao vai acontecer nada interessante, mas continua assistindo...

sábado, 18 de julho de 2009

Show de dublagens

Ok, eu confesso. Quando era guria eu dublava as Spice Girls. Adorava a Posh Spice (haha quem diria no que ela ia dar ein) mas era a Mel B. Espetavam meu cabelo, deixavam la em cima. O nosso grupinho percorria nas festas de escola e de igreja aqui na cidade. A gente se dizia "Girl Power" só porque usavamos aquelas roupas. Eu lembro que eu ja gostava de política e muita gente tirava sarro. Alias, eu fazia o tipo de nerd na escola, então acho que era minha forma de libertação, "o outro lado". Se eu soubese, fazia mais o tipo "Carie, a estranha".

Enfim, rachei o bico ao ver esse clipe aqui.



Depois lembrei que já paguei mico assim também.

domingo, 12 de julho de 2009

Coisas de uma cidade não tão pequena

Eu descobri que São Carlos pode ser esquisita tanto quanto Itapê, isso porque tem duas vezes mais habitantes.
Quem é de São Paulo se delicia com algumas coisas bizarras que rolam, como o comércio que só abre aos sábados a tarde no primeiro final de semana do mês, e depois é só até ao meio dia.
Mas tem uma coisa que o povo racha o bico mesmo. É uma placa que tem no shopping da cidade com o que pode ou não pode. Um dia passei por la e conferi que realmente tinha essa placa. Não resisti e tirei foto:

Acho que não saiu direito a foto (resolução péssima), mas ali no terceiro item esta dizendo: Grupos com mais de cinco pessoas podem ser solicitados a se dispersarem em grupos menores.

Só eu que não achei tão estranho assim? Acho que não ein. No mínimo pra evitar gangs ou realmente evitar as grandes pragas dos shoppings: os Emos. É uma provável tentativa também pra não sobrelotar aquele shopping. Ja pensou, com mais de cinco pessoas se torna inrespirável lá dentro.