quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Blueberry's Pie

Sabe aqueles dias que a gente se sente tão estranha. Tudo ao seu redor esta aparentemente bem, mas você tem um vazio por dentro e não sabe explicar. Uma felicidade melancólica. Não sei se existe, mas é o que sinto. O dia não foi ruim, mas um único acontecimento me levou a locadora pra alugar esse filme. Tomei três vacinas. Acredite em mim, as vezes pouquissimas coisas podem derrubar o meu humor e vacina de tétano é uma delas.



É o primeiro filme que a Norah Jones participa. Vou parecer chata em dizer que ela parece agir como ela mesma, mas na verdade é um elogio. A personagem, e talvez ela, parece ser sensível e inconstante (oi, eu também!). Achei legal de a cada lugar que vai ela "transforma seu nome" mas sem realmente mudá-lo. É uma coisa que eu costumo fazer também por ter dois sobrenomes e assumir cada um conforme a ocasião.

A trilha sonora é linda, fui la correr pra baixar. Mas também com Norah Jones e Cat Power, tem como não ser muito boa? Alias a Chan Marshall (sim tive que jogar no google pra descobrir o nome da danada) faz uma ponta do filme. Ok todo mundo sabe. Mas eu não sabia, ao ponto de ficar de cocoras no sofá me indagando "Pouts será que é Cat Power" de tamanha a minha surpresa.


Uma das coisas que doem na consciência é nunca ter escutado a fundo Cat Power de cabo a rabo. De buscar mais sobre ela e alguns álbuns. Eu sou preguiçosa nessas funções de "fã" porque tenho um trauma danado em ser chamada de nova "fã", mas quando escutei a música dela, gente... perfeito. chovendo no molhado em dizer isso (eu sei...rs), mas é aquelas músicas que fazem trilha pra dias chatinhos como estes.

Voltando a falar do filme (já falei que adorei?). Mostra uma história de amor, mas o filme não é sobre esse amor. Tem ótimas citações que eu queria ter anotado, mas meu braço tá super inchado e eu to fresca pra caramba. Mostra meio que, as vezes, pra gente se apaixonar é necessário estar longe. Descobrir que precisa da outra. Talvez seja a única coisa que ligou as três histórias, que a Elizabeth viveu e presenciou.

Jude Law tinha que ser lindo daquele jeito aqui em casa. Acho que a Rachel Weisznominho) é phoda, não tem um filme que vi ela e não fico apaixonada pela personagem dela. Até aquele lá da Múmia. Adoro a Natalie Portman também. Nem preciso dizer que ela é linda (acho a Rachel mais :P), mas cá entre nós: nesse filme ela ta parecendo a Tina Turner com aquele cabelo vai. Mas a personagem dela é tão tão tão interessante que deixo passar despercebido que ela tava mocréia. Dor de cotovelo é dose.

Valeu pela noite, pelo clima gostoso que o filme trás. As imagens em neon, em um colorido cheio de sombras. Agora deixa eu ir ali pegar umas receitas de torta e engordar uns quilos.

P.S: Aluguei esses dias o taR de "Ligeiramente Grávidos"... ah nem é tão ruim assim não. O povo exagera. Deu pra esboçar algumas risadas e assistir com uns sorrisinhos.

4 comentários:

Ana Barros disse...

acho que vou me aventurar e assistir nas férias
bjos

Milena disse...

Aiiiii eu já taa louca pra ver esse filme, agora vc me deixou neurotica! Vou tentar alugar nesse final!

Eu amoooo Bluberry!! Minha fruta preferida! Faz uma torta pra mim???

Beijooooo

Mariana disse...

Eu tb vou ver se reservo um espacinho no meu curto tempo pra assisti!
Adorei a propaganda que vc fez dele


beijooo

Mari map

Priscila M.R. disse...

Oi fofas!!!!
o filme é uma graça
vale a pena assistir

Poxa Mi... é que no Brasil não tem né? em vez de bluebarry vou por na torta amora.. pode ser? Apareça aqui em casa. hehe